sábado, julho 14, 2007
Navegação aérea interdita
Na sua incansável luta contra o narcotráfico, as autoridades venezuelanas decidiram que, a partir de agora, vão disparar primeiro e perguntar depois sobre todas as aeronaves que considerarem suspeitas de fazerem tráfico de cocaína. Por este andar, acho que até os pássaros vão evitar sobrevoar a Venezuela...
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narcotráfico
Música para os meus ouvidos

Andava há dias, sem saber porquê, com uma saudade imensa de rever o filme Era uma vez na América (Once upon a time in América, Sérgio Leone, 1984). Já lá vão mais de 20 anos, caramba, e em momentos especiais a memória devolve-me as imagens de uma dança ao luar, no terraço de um edifício novaiorquino, em tons de azul, ao som de uma banda sonora inesquecível. É, e será sempre, um dos filmes da minha vida.
Hoje, quando acordei, juntei às memórias o solo de violiono da Sinned O'Connor na sua versão de Don't cry for me Argentina e compreendi que a minha saudade é mesmo do doce som do violino.
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O meu mundo
Refletir para decidir
Estou em período de reflexão!
Quer-me cá parecer que vai haver surpresas no acto eleitoral de amanhã. Já estou a preparar a sangria. Para esquecer ou comemorar. Logo se verá.
Quer-me cá parecer que vai haver surpresas no acto eleitoral de amanhã. Já estou a preparar a sangria. Para esquecer ou comemorar. Logo se verá.
quinta-feira, julho 12, 2007
Ei-las, gordas e macias

Prometido é devido. Ponham os olhos no aspecto corpulento das sardinhas, na robustez das batatas e no corte sensível da alface e da cebola. Bom apetite!
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O meu mundo
Gordas, macias e suculentas
É assim que eu gosto delas. Só as espinhas atrapalharam o degustar, mais pelo tempo que não tinha, do que pela arrelia que me pudessem causar. Sim, finalmente, hoje comi sardinhas ao almoço e tive de ir a uma tasca da Rua da Glória. E comi uma juliana de alface e cebola temperada com azeite de Moura (leu bem, Pisca!).
Faltam-me recursos para passar a foto para aqui, mas logo prometo revelar a prova.
E pronto, agora só me fica a faltar mesmo a sangria, porque achei que, atendendo ao trabalho que me espera, era melhor não me deixar tentar com a vontade de dormir a sesta.
Faltam-me recursos para passar a foto para aqui, mas logo prometo revelar a prova.
E pronto, agora só me fica a faltar mesmo a sangria, porque achei que, atendendo ao trabalho que me espera, era melhor não me deixar tentar com a vontade de dormir a sesta.
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O meu mundo
O meu reino entre os cucos
Sei que fica em Bragança, porque o Google me disse, e não sei mais mais nada. Mas despertou em mim a memória das casas de Montesinho e do cantar dos cucos a desoras, no alto dos Ulmeiros. Montesinho que, com o Sabugueiro na Serra da Estrela, é a aldeia mais alta de Portugal (a 950 metros de altitude). Foi ali que, pela primeira vez, me caiu a pele das orelhas durante um pecurso pedestre não controlado, há 15 anos, debaixo de tórrido Sol de Abril.Foi também nessa altura que descobri que a cerveja quente até nem era má de todo e que ensinamos a uns checos, aventureiros como nós, que o vermelho das cartas de jogar, em português, não se dizia exactamente tinto.
O meu corpo hoje está aqui, mas o meu espírito, esse, bem esse garanto que está por lá. A ouvir os cucos.
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O meu mundo
terça-feira, julho 10, 2007
Memorandum (em latim)
A Fazer no próximos dias:
a) Comer uma travessa de sardinha assada, com batata cozida, salada de alface e cebola e emborcar um jarro de sangria feita por mim
b) Fazer a digestão e mergulhar na piscina
c) Ir à praia e andar quilómetros na linha d'água
d) Fazer uma caminhada num sítio isolado
e) Continuar a fazer de conta que não percebo as provocações, os desafios e o engodo
E, entretanto, trabalhar, trabalhar, trabalhar.
a) Comer uma travessa de sardinha assada, com batata cozida, salada de alface e cebola e emborcar um jarro de sangria feita por mim
b) Fazer a digestão e mergulhar na piscina
c) Ir à praia e andar quilómetros na linha d'água
d) Fazer uma caminhada num sítio isolado
e) Continuar a fazer de conta que não percebo as provocações, os desafios e o engodo
E, entretanto, trabalhar, trabalhar, trabalhar.
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O meu mundo
segunda-feira, julho 09, 2007
Geração 500 euros
O meu DN dá hoje eco do emprego da moda, nos call centers. Trabalho temporário, sem direitos, a troco de 500 euros por mês, tornado a única alternativa de trabalho para a geração mais jovem. Mas não se pense que esta é apenas uma função desempenhada por jovens licenciados, acabadinhos de sair da universidade e em começo de vida. Há cada vez mais trabalhadores seniores a fazerem turnos pós-laborais em call centers, depois de cumprirem as oito horas de trabalho em outra empresa. O dia de trabalho é hoje de 12 horas para muitas familías. Por isso é sempre bonito ouvir os políticos falarem da importância da família numa sociedade que vai ficando cada vez mais desumanizada e sem tempo, porque o dinheiro não chega.
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emprego
domingo, julho 08, 2007
A maravilhosa sensação de pertencer a uma minoria
Consegui meter três das minhas maravilhas no conjunto das sete maravilhas portuguesas. E fico com esta deliciosa sensação - a que já estou habituada e não é má de todo - de pertencer a uma minoria. Apesar de tudo, dirão alguns, não foi mau, mas não deixo de ficar de queixada caída por perceber que, para a maioria dos portugueses votantes, o Convento de Cristo, em Tomar, por exemplo, não é uma obra assim tão extraordinária. Será que votámos, apenas, pelos monumentos que mais conhecíamos? É a única explicação que encontro para a inclusão da Torre de Belém nestes 7. E já que era "obrigatório" meter algum património de Lisboa, que esse fosse representado pelos Jerónimos. É que à frente da Torre de Belém, em minha opinião, até é mais interessante o Largo do Chafariz de Dentro, em Alfama, ou o Panteão Nacional.
Eu teria posto o Palácio da Pena em 5ºlugar, o Castelo de Óbidos em 6º e, por fim, coincidimos eu e a maioria com o Castelo de Guimarães em 7º lugar.
Os meus quatro primeiros não couberam nas escolhas finais e eram: O Castelo de Almourol, em Constância, o Convento de Cristo, em Tomar, a Fortificação de Monsaraz e o Paço Ducal de Vila Viçosa.
Foi a seguinte a votação oficial:
1.Mosteiro de Alcobaça
2. Mosteiros dos Jerónimos
3. Palácio da Pena
4. Mosteiro da Batalha
5. Castelo de Óbidos
6. Torre de Belém
7. Castelo de Guimarães
Eu teria posto o Palácio da Pena em 5ºlugar, o Castelo de Óbidos em 6º e, por fim, coincidimos eu e a maioria com o Castelo de Guimarães em 7º lugar.
Os meus quatro primeiros não couberam nas escolhas finais e eram: O Castelo de Almourol, em Constância, o Convento de Cristo, em Tomar, a Fortificação de Monsaraz e o Paço Ducal de Vila Viçosa.
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Lisboa
sexta-feira, julho 06, 2007
A segunda vida do candidato
O candidato socialista à presidência da Câmara de Lisboa, António Costa, inaugura amanhã a sua sede de campanha no mundo virtual Second Life. Diz-me a Agência Lusa que o seu personagem aparece mais magro e sem óculos e que o edifício, modernaço, é uma estrutura de arquitectura contemporânea à base de vidro. Safa, ainda bem que é virtual. Imagem se houvesse um terramoto a sério, a quantidade de cacos que tinhamos de apanhar. Cá para mim, tenho de admitir que tenho muitas dificuldades em conseguir dirigir uma só vida, quanto mais uma vida dupla.
Saberes
O meu puto, convencido de que me conhece bem, saiu-se com esta: "Tens esse ar de má, mas no fundo és um coração de manteiga". E pronto, assim se vai a autoridade de uma mãe.
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O meu mundo
Equipamentos simpáticos
Confesso aqui a minha simpatia pela cor do equipamento secundário do Benfica. Acho que o cor-de-rosa é o máximo. Apesar de tudo, deixo aqui a minha solidariedade com os vermelhos (não disse lampiões, anotem). É que a seguir a uma vem logo outra: depois das camisolas só faltava mesmo era o negócio da China. O que prova, mais uma vez, a veracidade da célebre Lei de Murphy: Por muito más que estejam as coisas, podem sempre piorar.
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Desporto
Uma vela na tempestade

Não sou especialmente adepta de Salvador Dali, mas retirei esta imagem de um conjunto de pinturas do pai do surrealismo, que a Marmar me mandou. É uma imagem de esperança. E eu gosto. Acho que tenho de voltar a dar o benefício da dúvida ao catalão. Ou então deve ser deste bafo quente que me está a tolher o espírito terreno que me gabo de possuir. Sei apenas que me fez recordar um provérbio (cuja autoria desconheço) que desde miúda adoptei, nos meus rascunhos e nos rabiscos com que pintalgava os cadernos escolares: Mais vale acender uma vela que amaldiçoar a escuridão. Os faróis fazem parte do meu imaginário.
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O meu mundo
quinta-feira, julho 05, 2007
Um requerimento para o IVA
Agrada-me a devolução do IVA sobre os automóveis novos comprados há menos de oito anos. Não que tenha muita fé nisso, mas porque nos dias que correm aceitamos de bom grado qualquer esperançazita. Parece que, apesar de avisado pela União Europeia, o governo (honra seja feita o anterior) andou a cobrar IVA em cima de outros dois impostos: o extinto Imposto Automóvel e o novo Imposto sobre as Viaturas. Belo. Se for como a União preconiza, bem pode o Ministério das Finanças ir preparando 1,8 mil milhões de euros (segundo o meu DN).
Apenas um reparo: parece que se for assim os interessados terão de ir para Tribunal para reclamar essa verba. Será que convém ao Estado entupir ainda mais os tribunais, apenas com o fito de tornar ineficaz uma obrigação. Se for assim, só espero que da União venham directrizes claras para que baste um requerimento para solicitar a devolução do IVA. Burocracia por burocracia...
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Política
Más decisões políticas pagas por todos
A Câmara Municipal de Santo Tirso está na eminência de receber seis milhões de euros do Estado português a titulo de compensação por perdas e danos resultantes da desanexação de parte do seu território, o qual veio a dar origem ao concelho de Trofa. É a segunda decisão judicial que dá razão aos argumentos de Santo Tirso, restando agora ao Estado um último recurso para o Tribunal Constitucional.
É interessante este processo pelo que representa sobre as políticas que têm sido seguidas de divisão administrativa do País, sempre dirigidas por critérios ad-hoc e impulsionados por vontade partidárias, ao sabor dos dirigentes do momento.
Sou favorável à descentralização administrativa do Estado, em consonância com o principio da subsidiariedade, que torna a governação tão mais eficaz, quanto mais próxima estiver dos cidadãos. Por isso, em teoria, sou favorável à criação de mais concelhos, em locais onde tal se justifique pela existência de pessoas, como sou favorável à extinção de alguns, onde a densidade populacional ou razões históricas não justifiquem a sua manutenção. Sou favorável, por exemplo, a numa nova reorganização administrativa do concelho de Lisboa.
Visto de fora parece-me que Santo Tirso tem razões para se sentir lesado, pois foi expurgado de uma importante fatia territorial, com a consequente mais valia financeira que tal território lhe trazia. E sem essa parte de capital, que agora a câmara reclama em tribunal, quem ficou prejudicada foi a população de Santo Tirso. Pior ainda, com a criação do novo concelho, Santo Tirso foi obrigado a facultar pessoal e a pagar um terço dos salários dos novos funcionários municipais.
Curioso é observar agora que Loures, que na mesma ocasião perdeu o território do novo concelho de Odivelas, espere agora o resultado da iniciativa pioneira de Santo Tirso, para também vir reclamar em tribunal os prejuízos sofridos.
Eu não tenho dúvida nenhuma de que Trofa e Odivelas, pelo seu crescimento e desenvolvimento, deveriam ser concelho. Mas se calhar é tempo de pensar a sério no planeamento administrativo do País, para que não se repitam exemplos destes. É que, neste caso e se o Constitucional confirmar as duas sentenças anteriores, seremos todos a pagar o prejuízo que Santo Tirso sofreu por causa de uma decisão política, cujas repercussões não foram devidamente acauteladas.
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Cidades
quarta-feira, julho 04, 2007
Em reabilitação
Ainda me doi a alma. E cada vez que me sacudo, como o meu Tejo, vejo tudo a andar à roda. Não sei como é que ele consegue.
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O meu mundo
terça-feira, julho 03, 2007
Empregos para seniores
Ainda pensei que o governo português tinha percebido as virtudes do trabalho sénior, quando ouvi o secretário de Estado Fernando Medina avançar com um pacote de incentivos às empresas que decidam empregar trabalhadores desempregados com mais de 55 anos. Cada empregado com mais de 55 anos vale às empresas três anos de isenção de taxa social única e ainda doze meses de salários mínimos garantidos. Basta que as empresas celebrem com eles contratos sem termo certo. É óbvio que é, sobretudo, uma medida que visa combater o desemprego de uma faixa etária com menos oportunidade de trabalho e não combater a tão falada debilidade da segurança social ou, quiça, aproveitar como mais valia a experiência e competência de trabalhadores mais velhos. Andamos sempre a reboque do incentivo e do subsídio. Não há nada a fazer. Já escrevi o que penso aqui e tenho cá uma ideia que vou continuar a escrever sobre isto.
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emprego
Desabafos
Nada me revolta mais do que a injustiça. Nada, mesmo nada! Rendo-me, desisto, vou para Cuba, enquanto o Fidel é vivo para ficar com um souvenir ou para a ilha do Gulliver ou para a Sibéria ou para a Terra do Fogo. Pr'o meio dos pinguins. Quero lá saber.
Hoje deve ser daqueles dias em que de manhã, já percebi que não devo sair de casa à noite.
Hoje deve ser daqueles dias em que de manhã, já percebi que não devo sair de casa à noite.
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O meu mundo
segunda-feira, julho 02, 2007
Contradições
Gosto do nosso doce namoro. Gosto quando me afagas e sentes que me deixas água na boca. Sei que mentes e me enganas todos os dias, mas finjo e deixo-me embalar pela tua paixão, numa volúpia que me transporta para lá das nossas serras. Ignoro de que são feitos os fios com que me prendeste e não quero ouvir o restolhar desta ilusão. Fazes-me falta.
Um dia no hospital
Domingo. 10h30. Um familiar meu sente-se mal e levo-o à urgência de S. José. É um doente oncológico, com um quadro clínico de infecção urinária grave.
Explico isso na admissão de doentes, manifestamente sobrelotada, na maioria dos casos ainda com reminisciências da noite de sábado.
11h. Chamada para a Triagem. Confirmado o pré-diagnostico que tinha apresentado e doente encaminhado para cirurgia.
11h15 Chamada para a Consulta. Médico atencioso e cuidadoso, percebe a gravidade do problema, prescreve análises de sangue e urina para confirmar o grau da infecção. Teríamos de esperar hora se meia pelo resultado. À uma da tarde estaríamos despachados.
Aguardamos na sala de espera, onde se acumula toda a espécie de doentes: velhinhos sem companhia, bêbados em ressaca, indisposições, entre outros. Uma pequena divisão para as crianças, vazia de brinquedos e, felizmente, de meninos, confere um ambiente de non sense a todo o espaço, onde uma televisão vai debitando programas de entretenimento.
Temos fome. Na máquina de comida rápida, as sandes e os bolos tem um aspecto de provocar uma gastrite a quem olhar para elas. Optámos por um chocolate embalado.
13h Como não houve qualquer contacto, vou ao gabinete de urgência e apercebo-me que o meu familiar tem apenas uma pessoa à sua frente.
14h Não há chamadas para aquele gabinete há mais de uma hora. Insisto com a funcionária do gabinete de apoio ao doente para me informar sobre o que se passa.
14h10 A funcionária volta do gabinete médico e diz-me que as chamadas estão um pouco atrasadas porque os médicos foram almoçar.
15h Recomeçam as chamadas para o gabinete de cirurgia.
15h30h O meu familiar é chamado. Médico pede repetição urgente de um tipo de análise.
16.15h O meu familiar é de novo chamado à consulta e recebe ordem de internamento imediato devido a uma infecção urinária muito grave, com possível falência de um rim.
16h45 Abandono finalmente o hospital.
Por mais vezes que seja confrontada com o sistema nacional de saúde, acho que nunca vou aceitar esta forma de funcionamento. E não me digam que é o sistema, porque o sistema é feito por pessoas. Custava muito ao médico (por exemplo) informar os doentes em espera da hora prevísivel de atendimento, tendo em conta o seu necessário almoço? É que quem está fragilizado, mais fragilizado fica por se encontrar num ambiente hospitalar, sem conforto, sem informação e sem comida. Não é admissível que os hospitais continuem a funcionar como depósitos administrativos de tratamento de doenças. Basta! É preciso outra lógica nos cuidados de saúde, sejam eles urgentes ou não.
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saúde
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