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sábado, maio 24, 2008
domingo, abril 27, 2008
O meu Jacarandá
É oficial, o velho jacarandá da Rua Barata Salgueiro já tem os primeiros cachos de flor da época.
Estamos a 27 de Abril e a floração deveria iniciar-se lá para os fins de Maio.
Estamos a 27 de Abril e a floração deveria iniciar-se lá para os fins de Maio.
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sábado, setembro 29, 2007
De novo os Jacarandás
A segunda floração dos jacarandás, mais tímida que a de Maio e Junho, acontece em Outubro e Novembro. Mas no Parque das Nações, entre a Rua Ilha dos Amores e o Terreiro dos Corvos, um jovem jacarandá desafia a Natureza e já deixa cair gordos cachos de flor lilás. É lindo. Como lindas são as frondosas copas de verde com que se revestem por estes dias os jacarandás de Lisboa.
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domingo, agosto 05, 2007
O verde dos Jacarandás
Estão frondosos de verde os Jacarandás neste início de Agosto. E com esforço ainda vislumbramos em algumas árvores da Barata Salgueiro alguns cachos de lilázes poupados aos ventos de Verão. Para matar saudades da explosão de Maio e Junho.
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sábado, junho 02, 2007
As árvores e os critérios das câmaras

Há cidades que preservam as suas árvores históricas. E não se pense que, nesta cidade, apenas estas duas são árvores centenárias. Vi muitas hoje. E não deixei de reparar que apesar de terem um ar mais doente do que os plátanos e jacaranás que a câmara de Lisboa cortou no Campo Pequeno, a estas árvores idosas - como às outras que iluminam esta cidade - o município local protege-as.
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quarta-feira, maio 30, 2007
Túneis de lilás
A explosão dos Jacarandás já começou. Em algumas ruas de Lisboa, formam-se tuneis de lilás, em outras os passeantes são salpicados por lágrimas de Jacarandá. Mas a cidade fica, de facto, muito bonita. Com pesar para aqueles que se incomodam com a seiva das árvores a cair sobre os automóveis. Para esses fica um conselho alfacinha: vão dar banho ao carro mais vezes.E uma sugestão de passeio de fim de tarde -Uma saltadinha às esplanadas de Belém, para espreitar a maior colónia de Jacarandás de Lisboa, com passagem obrigatória pela Rua D. Carlos I.
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sábado, maio 19, 2007
Um dos mais belos Jacarandás de Lisboa

Fica na Rua Barata Salgueiro. A foto ilustra o principio da floração, que deve atingir o seu auge na próxima semana
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sexta-feira, maio 18, 2007
De ananases...
Depois da explosão das flores de jacarandá - estão lindos no Rossio e em Santa Apolónia - se continuarmos com estas temperaturas em Lisboa não me admirava de ver nascer ananases nos passeios. É uma Primavera muito quente, esta que estamos a viver na minha cidade.
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quinta-feira, maio 10, 2007
Começou a explosão dos jacarandás
É oficial. Hoje, dia 10 de Maio de 2007 surgiram os primeiros cachos de flor nos Jacarandás do Rossio, da rua Barata Salgueiro e do Parque Eduardo VII. Creio que os 30 graus que nos úlitmos dois dias se fizeram sentir, contribuíram para a antecipação do período de floração.
São flores tímidas ainda, mas auspiciam já a imensa floração que deve atingir o seu auge nas próximas duas semanas.
Fica bonita, assim, a minha cidade.
São flores tímidas ainda, mas auspiciam já a imensa floração que deve atingir o seu auge nas próximas duas semanas.
Fica bonita, assim, a minha cidade.
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terça-feira, maio 08, 2007
Uma petição para que nada fique na mesma...
Está a decorrer uma petição online para exigir o apuramento de responsabilidades sobre o abate de 200 plátanos e jacarandás no Jardim do Campo Pequeno.
Parece-me fundamental que os cidadãos de Lisboa conheçam o(s) parecer(es) técnicos que serviram de suporte ao abate das árvores. Parece-me igualmente essencial do ponto de vista da transparência dos actos administrativos - e para que se possa afastar de vez quaisquer suspeitas - que seja conhecido o protocolo celebrado com a empresa responsável pelas obras da antiga praça de touros.
Foi também por isso que subscrevi a petição.
http://www.gopetition.com/online/12119.html
Parece-me fundamental que os cidadãos de Lisboa conheçam o(s) parecer(es) técnicos que serviram de suporte ao abate das árvores. Parece-me igualmente essencial do ponto de vista da transparência dos actos administrativos - e para que se possa afastar de vez quaisquer suspeitas - que seja conhecido o protocolo celebrado com a empresa responsável pelas obras da antiga praça de touros.
Foi também por isso que subscrevi a petição.
http://www.gopetition.com/online/12119.html
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segunda-feira, maio 07, 2007
Os cheiros que deixámos de sentir no Campo Pequeno
Ainda tenho no corpo uma mistura de alecrim, alfazema, cidreira e loureiro que a minha mãe me pos nos braços, antes de me vir embora. E é com estes cheiros que leio o correio electrónico de hoje, com muitos apelos à indignação contra o abate das árvores do Campo Pequeno.
Caíram primeiro as árvores do que a câmara, mas todos somos poucos para denunciar o crime. Para que os Jacarandás e os Plátanos não tenham caído em vão. Contem comigo.
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sexta-feira, maio 04, 2007
Caem primeiro a câmara ou as árvores do Campo Pequeno?
Além dos 97 plátanos vão ser abatidos também vários Jacarandás no Jardim do Campo Pequeno. Num total de 200 árvores. Parece que as folhas estavam a entupir as vias de escoamento de água. Afinal, não eram as raízes danificadas... como alegava o vereador Prôa.
E embora o vereador já se tenha demitido, respondendo rapidamente ao apelo do seu chefe partidário, deixou activa a condenação das árvores.
Por isso só espero que a câmara, toda ela, caía antes. Já, rapidamente. Para que os Jacarandás do Campo Pequeno possam florir, lá para o fim de Maio.
E embora o vereador já se tenha demitido, respondendo rapidamente ao apelo do seu chefe partidário, deixou activa a condenação das árvores.
Por isso só espero que a câmara, toda ela, caía antes. Já, rapidamente. Para que os Jacarandás do Campo Pequeno possam florir, lá para o fim de Maio.
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segunda-feira, outubro 09, 2006
De novo os Jacarandás e "Uma Verdade Inconveniente"
A segunda floração anual dos Jacarandás já começou este ano. É uma floração tímida, nada comparável com a floração de Maio e Junho, mas ainda assim é bonito de ver pequenos cachos de flores lilases salpicadas no meio do verde das folhas.
Esta floração dos Jacarandás deveria acontecer apenas em Novembro. E isto obriga-me a pensar na alteração dos ciclos de vida das espécies.
O aquecimento global, agora colocado nas agendas políticas pela pressão mediática de Al Gore, não é uma ficção e surge transmudado em diferentes performances. Uma delas é a alteração do ciclo de vida.
Fui ver o documentário "Uma Verdade Inconveniente" e confesso que me deu calafrios ver o que está a acontecer. Poderão alguns, optimistas como eu, dizer que o ritmo da destruição do Planeta é lento, muito lento. Mas isto não é mais do que um paliativo com o qual pretendemos adormecer as nossas consciências. Não temos filhos? Não temos netos? Por quanto tempo continuaremos a hipotecar a esperança e a vida, a troco da manutenção dos interesses económicos?
Bem sei que o superpovoamento da espécie humana obriga à criação de mais e mais empregos, e que em busca do lucro as necessidades económicas não se compadecem. A velha máxima da economia "gerir necessidades crescentes, com recursos escassos" parece sucumbir de forma cada vez mais evidente às tenazes do capitalismo desenfreado. É este o caminho? A necessidade de criar e manter empregos, onde prevaleça o status quo do desenvolvimento económico, justificam as atrocidades ambientais? E de que servem depois as caridosas políticas distributivas de alimentação e as ajudas humanitárias?
Temos de pensar nisto. E de fazer alguma coisa já. Lá em casa, com a reciclagem, é um bom princípio, mas não chega. Precisamos de mudar de atitude.
Esta floração dos Jacarandás deveria acontecer apenas em Novembro. E isto obriga-me a pensar na alteração dos ciclos de vida das espécies.
O aquecimento global, agora colocado nas agendas políticas pela pressão mediática de Al Gore, não é uma ficção e surge transmudado em diferentes performances. Uma delas é a alteração do ciclo de vida.
Fui ver o documentário "Uma Verdade Inconveniente" e confesso que me deu calafrios ver o que está a acontecer. Poderão alguns, optimistas como eu, dizer que o ritmo da destruição do Planeta é lento, muito lento. Mas isto não é mais do que um paliativo com o qual pretendemos adormecer as nossas consciências. Não temos filhos? Não temos netos? Por quanto tempo continuaremos a hipotecar a esperança e a vida, a troco da manutenção dos interesses económicos?
Bem sei que o superpovoamento da espécie humana obriga à criação de mais e mais empregos, e que em busca do lucro as necessidades económicas não se compadecem. A velha máxima da economia "gerir necessidades crescentes, com recursos escassos" parece sucumbir de forma cada vez mais evidente às tenazes do capitalismo desenfreado. É este o caminho? A necessidade de criar e manter empregos, onde prevaleça o status quo do desenvolvimento económico, justificam as atrocidades ambientais? E de que servem depois as caridosas políticas distributivas de alimentação e as ajudas humanitárias?
Temos de pensar nisto. E de fazer alguma coisa já. Lá em casa, com a reciclagem, é um bom princípio, mas não chega. Precisamos de mudar de atitude.
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sexta-feira, maio 26, 2006
Os jacarandás já estão em flor

Já reparam na explosão de flores de Jacarandá nas ruas de Lisboa?
O "milagre", renovado anualmente em Maio, aconteceu há três semanas, quando, de um dia para o outro, os jacarandás do Rossio deixaram cair as primeiras folhagens, delas desabrochando lindas flores lilázes nas ramagens mais altas da copa.
A cidade, por todo o lado, fica mais bonita por estes dias de Maio e de Junho, convidando a passeios pelos jardins. O Parque Eduardo VII e Belém, onde existe a maior colónia de jacarandás lisboetas, são percursos obrigatórios por estes dias, mas em muitas outras avenidas e ruas desta cidade, cada vez mais asfixiante para os seus cidadãos, podemos vislumbrar as flores de jacarandá a imporem a sua presença no meio dos outros tons de verde das árvores mais comuns de Lisboa.
A graciosidade imponente dos jacarandás é dos aspectos mais fascinante da vida de Lisboa.
É a vida, com a beleza de todo o seu explendor. E nós fazemos parte dela.
A propósito: lá em casa tenho uma colónia de jacarandázinhos, que completam no dia 14 de Junho dois anos de idade. Estão vistosos e bonitos e espero tirá-los do vaso no próximo ano, dando-lhes espaço para crescerem livremente na terra.
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